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SAI 2006 na ETEC Horácio - 5a. Parte
22 - Avaliação de Indicadores de Produto (valor ideal para esta ETE 350 pontos) Os indicadores de produto, em relação ao ideal, atingiram 62,7% Os indicadores de produto indicam a eficácia, ou seja os resultados provenientes das ações escolares desenvolvidas no processo. No produto estão expressos os indicadores de desempenho escolar, situação de egressos e relações escola-sociedade. Pelo desempenho escolar, onde são registrados os índices de produtividade do semestre e dos cursos, podemos aferir as taxas de sucesso escolar, que passam pelas oportunidades educacionais oferecidas e pelas condições facilitadoras à permanência dos alunos na escola. Essa taxa pode, ainda, ser observada pela situação de egressos em sua inserção ma sociedade e no mercado de trabalho. Os indicadores de produto apontam também, os programas de intercâmbio e articulação dos setores culturais, sociais, produtivos e científicos da ETE com a sociedade e desta com a escola. A média dos indicadores de produto de todas as ETE’s foi de 67,3%
Quadro de Avaliação de Indicadores de Produto
A pontuação foi obtida sobre os itens possíveis para a ETE.
Quadro dos Indicadores de Produto por Curso
A visão dos indicadores de produto por curso, é importante para apontar possíveis diferenças entre os diversos cursos oferecidos pela escola. Nesse caso, deve ser indagado: que medidas, materiais, métodos, pessoas e ambientes, todos integrantes do processo, poderiam estar causando essas diferenças nos resultados? A análise dessa indagação possibilita a organização de ações de cunho gerencial e pedagógico, pois são importantes para o planejamento e gestão dos conflitos decorrentes, bem como de ações , específicas de cada professor na sua prática docente. Pela análise do quadro abaixo, onde são indicados as principais taxas e índices de cada curso, pode-se levantar algumas questões preliminares que permitirão as ações corretivas necessárias, tais como:
Levantadas essas e outras questões pertinentes, deve-se recorrer à confrontação dos dados de processo e benefício, para finalmente fazer a análise do detalhamento de cada curso nos itens correspondentes.
Desempenho Escolar
Quadro das Principais Taxas e Índices de Produto por Curso
Os demais itens de produto, Relação Escola / Sociedade, APM, Cooperativas e Egressos, não foram lançados, por reportarem-se à escola como um todo.
23 - Relação Candidato / Vaga (valor ideal 40 pontos) A Relação candidato / vaga, em relação ao ideal, atingiu 100,0% Nesta ETE há 5,1 candidatos por vaga oferecida (Base de cálculo 4517 inscritos para 880 vagas oferecidas)
A Educação Básica não prepara especificamente para o exercício profissional, mas sim para a vida social, para a convivência e para a prática da cidadania. Prepara para desenvolver uma série de competências que possibilitam a compreensão e interação no mundo atual oferecendo ainda as “ferramentas” que são necessárias para a formação profissional. A inserção no mundo do trabalho faz parte da interação das pessoas na sociedade. O Centro Paula Souza oferece, em suas Escolas Técnicas, uma formação básica, através do Ensino Médio e uma Educação Profissional através do Ensino Técnico, que exige a formação básica, para sua conclusão. A relação candidato / vaga – RCV indica o número de inscritos por vaga oferecida, que pode refletir a imagem e a importância que a ETE tem na sua comunidade. A pontuação é calculada tomando-se como referência a média das ETEs, que é de 4,3 candidatos por vaga, para o valor máximo de 40 pontos. (Ensinos Técnico e Médio).
A RCV do Centro Paula Souza foi de 6,6 candidatos por vaga do Ensino Médio (Fonte: Comissão do Vestibulinho / BD Cetec)
A RCV do Centro Paula Souza foi de 4,8 inscritos por vaga nos Cursos Técnicos (Fonte: Comissão do Vestibulinho / BD Cetec)
Quadro de Candidato / Vaga
24 - Índices de Perda e Produtividade por Semestre (valor ideal 120 pontos) A pontuação da produtividade desta ETE, em relação ao ideal foi de 54,2 % Índice
de Produtividade: 83,1%
O processo educativo, que tem como eixo central o aluno, deve implantar medidas de sucesso e nesse caso os resultados são os melhores indicadores.
Os resultados são apontados pelas taxas de permanência, que denominaremos com “Índice de Produtividade” que indica o número de alunos que conseguem concluir as disciplinas do semestre; e, “Índice de Perda”, que representam as taxas de insucesso escolar e indica o número de alunos retidos por faltas e aproveitamento ou desistência no período escolar (1).
A análise desses índices deve provocar o planejamento de um processo que viabilize estratégias que produzam uma prática docente mais adequada, centrada na valorização do ser humano, distribuída de forma equilibrada ao longo do tempo disponível, procurando criar um clima de cooperação, responsabilização e envolvimento de toda a comunidade escolar.
O Índice de Perda do Ensino Médio, no ano de 2005 foi de 8,4%, o que indica que de cada 100 matrículas, perdem-se 8,4 alunos.
O Índice de Perda para os Cursos Técnicos foi de 19,6%, em relação às matrículas iniciais do 2º semestre de 2005 e primeiro de 2006, o que indica uma perda de 19,6 alunos para cada grupo de 100 matriculas.
Os pontos foram atribuídos a partir de um IP igual ou menor que 30%, como demonstra a escala logarítmica no item 36 (Conceitos, Objetivos, Metodologia e Cálculo).
O Índice de Produtividade do Centro Paula Souza foi de 82,0% (1) – Segundo normas do CFE, são considerados evadidos os alunos que não concluíram, por motivos de abandono, transferências (interna e externa) e desistências.
Quadro de Índices de Produtividade e Perda por Curso
Gráfico de Evolução dos Índices de Produtividade e Perda dos Cursos Técnicos O Índice de Produtividade (IPr) que é resultante do número de alunos que conseguem concluir o semestre das disciplinas em cada curso técnico, nesta ETE. Pode variar de ano para ano, em função das diferentes variáveis que possam ter ocorrido. Depende também do trabalho desenvolvido pela escola para garantir o sucesso escolar de seus alunos. No quadro abaixo apresentamos essas variáveis a partir dos resultados do SAI-ETE 2000.
25 - Taxa Concluinte Curso (valor ideal 30 pontos) A Taxa Concluinte / Curso, em relação ao ideal, atingiu 75,0% Taxa Concluinte / Curso – Média – TC/C – foi de 1,33 matrículas por aluno formado 75,0% dos que iniciaram o curso conseguiram concluí-lo Base de Cálculo 840 alunos
A Taxa Concluinte / Curso indica o número de matrículas necessárias para formar um profissional do curso, portanto, torna-se um importante índice de produtividade dos cursos. A taxa concluinte curso é obtida pela divisão do número de alunos matriculados, no início do curso, pelo número de concluintes. Os dados consultados foram os de matrículas iniciais de: Janeiro de 2003 para o ensino médio e: Janeiro de 2004 para os cursos técnicos de 4 módulos, Julho de 2004 e Janeiro de 2005 para os cursos técnicos de três ou dois módulos.
A TCC do Ensino Médio, indica que são necessárias 1,12 matrículas para cada formado, correspondendo a uma perda de 10,6%.
A TCC dos Cursos Técnicos, indica que são necessárias 1,40 matrículas para cada técnico, apontando que 71,6% dos alunos que iniciaram o curso conseguiram concluí-lo.
A TCC do Centro Paula Souza foi de 1,57 matrículas para cada concluinte A Produtividade dos Cursos dessa TCC do CPS foi de 63,8%
Foram considerados concluintes os alunos promovidos sem progressão parcial, nos últimos módulos do curso, mesmo sem estágio. Fonte de Dados de nº de vagas: Comissão do vestibulinho / BD Cetec. Fonte de Dados de nº de concluintes: Secretaria das ETEs.
Gráfico dos Índices de Produtividade (Ipr) e Perda (IP) por Curso (%)
26 – Egressos A situação de Egressos, em relação ao ideal, atingiu 70,6 %. A Assessoria de Avaliação Institucional pesquisa, semestralmente, todos os egressos de escolas do Centro Paula Souza, após um ano de formados, através do SAIE-Sistema de Acompanhamento Institucional de Egressos. A pesquisa destina-se a avaliar a eficácia dos cursos, seja pela apuração da capacidade de possibilitar o ingresso e permanência dos ex-alunos no mercado de trabalho, das contribuições para a integração social e melhorias pessoais, seja pela indicação de dificuldades encontradas no desempenho profissional e aplicação dos conhecimentos adquiridos. A pesquisa utiliza coleta pelos Correios e INTERNET, constituindo-se numa amostra não probabilística, intencional por cota, sobre os quais não se aplicam cálculos de precisão ou confiança, segundo Fauze Najib Mattar (1) (1993, pg. 282 a 302). O SAIE sempre procurou utilizar uma amostra igual ou superior a 20%, enviando e reenviando cartas aos ex-alunos, para garantir um importante referencial de dados. Entretanto, quando esta cota não foi atingida, os dados devem servir como informativos. Para fins de pontuação foram levados em conta os itens descritos na tabela abaixo, que estão menos sujeitos às flutuações do mercado de trabalho e à conjuntura sócio-econômica. Nos gráficos apresentados a seguir, a diferença para 100% se refere aos pesquisados que não responderam. (1) MATTAR, Fauze Najib, Pesquisa de Marketing,SP, Atlas, 1993.
Quadro amostral de Egressos - Pesquisa SAIE / Concluintes de Julho e Dezembro de 2004
Quadro de Avaliação da Situação de Egressos 100% = 34
Os itens referentes aos egressos de todas as ETEs do Centro Paula Souza obtiveram uma média de 76,4%.
Situação de Trabalho
O gráfico a seguir indica comparativamente o percentual de concluintes e técnicos e sua situação de trabalho em relação à área do curso realizado. % de egressos trabalhadores= 85,3 % de concluintes trabalhadores= 79,4 5,9 % foi o aumento de trabalhadores no período (2004-2005)
A diferença para 100% corresponde aos que não responderam.
O índice de empregabilidade dos egressos dos cursos técnicos do Centro Paula Souza foi de 73,9%.
Ingresso e Permanência no mercado de trabalho Em relação ao emprego, após um ano de conclusão de curso, os dados do gráfico abaixo permitem avaliar a eficácia dos cursos quanto à inserção ou permanência dos técnicos no mercado de trabalho.
Dificuldades no Desempenho Profissional (%)
As causas para as dificuldades dos egressos foram distribuídas entre: 10,3
% - a formação recebida não atendeu ao mercado
Situação Funcional dos técnicos As relações de trabalho vêm sofrendo profundas mudanças nas últimas décadas. Por essa razão é importante a apuração da formalidade ou não da situação de trabalho de nossos ex-alunos, bem como do tipo de empresas empregadoras, apontadas em percentuais no gráfico abaixo.
Tipo de Empresas Empregadoras (%)
Ramos
de Atividade Os egressos foram questionados sobre a área em que trabalhavam apresentando o seguinte quadro em percentuais:
Tomando-se como base o salário mínimo vigente na época da pesquisa, apontaremos um comparativo, em percentuais, entre o período do cadastro do concluinte e um ano após, com o do técnico formado.
A remuneração de todos os egressos técnicos do CPS apresenta uma concentração na faixa de 1 a 3 salários mínimos com remuneração média de R$ 986,00.
Contribuições
dos Cursos em % No gráfico abaixo apresentamos os itens, com as respectivas incidências, quanto à contribuição dos cursos e seu conseqüente papel social na vida do ex-aluno.
Avaliação
dos Cursos pelos Egressos Nas tabelas a seguir apresentamos a avaliação dos ex-alunos, quanto aos principais itens para a formação profissional.
Avaliação dos cursos quanto ao desenvolvimento de competências profissionais e sociais (%)
Expectativas
de Egressos Os egressos são questionados, um ano após a conclusão do curso, quanto às suas expectativas terem sido atendidas através da questão: "o curso que você fez atendeu sua expectativa? Essa mesma questão foi feita no momento da conclusão do curso, aos mesmos indivíduos. A variação das respostas que pode ocorrer, reflete as diferentes visões que o mesmo pesquisado tem de quando estava cursando o curso e da que passou a ter após um ano de conclusão do mesmo, supondo-se um contato maior ou diferente com o mundo do trabalho. A pontuação para este item foi calculada sobre a média das avaliações dos dois momentos da pesquisa de egressos.
Gráfico de Atendimento de Expectativas de Egressos (%)
A
diferença para 100% corresponde aos que não responderam.
27 - Relação Escola / Sociedade A relação Escola / Sociedade, em relação ao ideal atingiu 49,6 % A relação ETE/Sociedade implica em avaliar a responsabilidade democrática de cada escola. Ao falarmos em democracia, não podemos entendê-la exclusivamente como uma forma de governo. Implica em adotar modos de viver, desafios multi culturais, processos de participação e representatividade no aprofundamento das relações na esfera do cotidiano interno e externo à Instituição. Significa integrar-se e participar da vida social ao mesmo tempo em que se abre para a comunidade. Nesse contexto, cada ETE é avaliada em sua responsabilidade democrática pela criação de oportunidades de participação, de promoção de atividades extensivas à comunidade, além de divulgar e buscar a celebração de convênios e integração em projetos diversos de abrangência social, econômica, cultural e assistencial. Esta pesquisa foi realizada em diversas fases com consultas a diferentes fontes. A comunidade, escolar formada por alunos, docentes, funcionários e pais, foi questionada sobre a promoção de eventos, divulgação e estímulos à participação. A Direção da ETE informou a existência de serviços, intercâmbios, projetos e eventos. E, finalmente através do Setor de Convênios do CPS, foram indicados os convênios firmados com diferentes instituições. No
quadro abaixo está registrada a pontuação obtida
pela ETE. Relação entre ETE e Sociedade
A média da Relação ETE/Sociedade de todas as ETEs e extensões foi de 69,4 %.
No quadro abaixo está registrada a pontuação obtida pela ETE. Quadro de Relação ETE / Sociedade em %
Gráfico da Relação ETE / Sociedade em %
* A diferença nos percentuais apresentados no gráfico, refere-se às respostas em branco.
Quadro de Avaliação das Relações ETE / Sociedade
Com base nas informações do Diretor e dados institucionais foram apuradas as atividades desenvolvidas pela ETE, conforme quadro abaixo. A atribuição de pontos ocorre quando houver pelo menos uma indicação no item.
Relação das Atividades da Escola
Semana do Industrial
Serviços prestados à comunidade: Não informado
Convênios Centro Paula Souza: Agentes de Integração, comuns a todas as ETEs: Os convênios celebrados pelo Centro Paula Souza, que se referem a todas as ETEs, tais como Agiliza Serviços Ltda; Central de Estágio; Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária; Lourenço Fernandes; NAPE – Núcleo Assistencial para Estágios; Progresso Assessora em Recursos Humanos; Prefeitura de São Bernardo do Campo; Soulan Central de Estágios; Tec. JOB Serviços Empresariais S/C Ltda; UNICAMP – Universidade; CONESUL; VIA DE ACESSO; PC Recursos Humanos; Global Estágio; FUNDAP – Fundação do Desenvolvimento Administrativo; e CIEE – Centro de Integração Empresa Escola; MUDES e Estagiar. Específico de cada ETE: Extra-Curricular APM
Intercâmbios: Não informado
Participação em projetos da CETEC ou do Centro Paula Souza: Aprende Brasil
Projetos Próprios: Não informado
28 – APM e/ou Cooperativa – Escola
A maioria das ETEs conta com a colaboração da APM - Associação de Pais e Mestres, que promove inúmeras atividades sócio-culturais, econômicas e assistenciais. Em algumas ETEs o órgão que mais se aproxima do atendimento dado pela Associação de Pais e Mestres é a Cooperativa-Escola. Esta, além das atividades já apontadas exerce também atividades produtivas e tem existência jurídica autônoma. Pela natureza as duas instituições auxiliares da escola devem prestar contas à comunidade interna e externa de suas ações e respectivos balanços econômicos. Na pesquisa SAI/ETE-2006, a comunidade escolar avalia as informações recebidas, as atividades desenvolvidas e a prestação de contas da APM e/ou Cooperativa-Escola, enquanto a direção indica a atuação desses órgãos.
Atuação da APM e/ou Cooperativa – Escola:
A Comunidade Escolar Avaliando a APM e/ou Cooperativa-Escola Foi solicitado aos segmentos pesquisados (alunos, docentes e funcionários) que avaliassem as informações e participação nas atividades e prestação de contas da APM e/ou Cooperativa-Escola. Aos pais foi questionado sobre informações quanto à possibilidade de participar da APM e/ou Cooperativa e a prestação de contas da associação. Seguem abaixo as freqüências. Avaliação da APM e ou Cooperativa – Escola
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